Tudo o que você precisa saber antes de viajar — quantos dias ficar, melhor época, como chegar, quanto custa e o que não pode faltar no roteiro.
A cidade fica no interior do Mato Grosso do Sul, a 297 km de Campo Grande, na região da Serra da Bodoquena. Tem cerca de 22 mil habitantes e vive do turismo — o que a tornou um modelo nacional de conservação. Para visitar os atrativos é preciso retirar voucher em uma agência da cidade e ir acompanhado de guia credenciado; é assim que se controla o fluxo e se evita a superlotação.
Recomendamos pelo menos 4 dias completos, sem contar chegada e partida. Em 3 dias dá para ver o essencial (uma flutuação, uma gruta e um balneário); com 5 você inclui cachoeiras e um passeio de aventura sem correria.
De maio a setembro a água fica mais cristalina, ideal para flutuação. De outubro a março a vegetação fica exuberante e as cachoeiras cheias — melhor para trilhas. Julho e feriados são alta temporada: preços maiores e vagas escassas.
A maioria desembarca em Campo Grande (297 km, cerca de 3h30 de carro pela BR-262 e MS-345, sem pedágios) e segue de van ou carro alugado. Bonito também tem aeroporto próprio, com voos da Azul e da Gol. A cidade não tem Uber — contrate o transfer com antecedência.
São mais de 40 atrativos num raio de 100 km: flutuações, grutas, cachoeiras, balneários, bote, rapel e mergulho. Mais de 90% ficam em fazendas da zona rural, que funcionam como complexos de lazer com almoço incluso no ingresso.
Bonito cobra R$ 15 por pessoa, por dia de visitação nos atrativos. O valor é destinado à preservação dos ecossistemas da região e vem somado ao seu voucher.
Do econômico ao resort: hotéis no centro para quem está sem carro, pousadas de charme e resorts com estrutura completa. No inverno, priorize hospedagem com piscina aquecida.
Roupa de banho, roupas leves, tênis para trilha, chapéu, protetor solar biodegradável e repelente. No inverno leve agasalho: a temperatura pode cair para 12° (e às vezes menos).
A cozinha local mistura influência pantaneira e paraguaia, com peixes e carnes. Três casas para não perder: Casa do João, Juanita e Bacuri Cozinha Regional.





